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FFCL terá três novos cursos no Próximo Ano

Com nota 4, FFCL aguarda portaria do MEC para realizar vestibular para Engenharia Civil, Mecânica e de Produção

A Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFCL) – Instituição mantida pela Fundação Educacional de Ituverava – oferecerá a partir do próximo ano, os cursos de Engenharia Civil, Engenharia de Produção e Engenharia Mecânica. A notícia foi confirmada nesta semana, pelo presidente da FE, Paulo César da Luz Leão.

Na semana passada, a FFCL recebeu a visita da Comissão de Avaliação do Ministério da Educação e Cultura (MEC), que veio analisar o curso de Engenharia Civil. No mês de maio a FFCL, também recebeu a visita de outra Comissão do MEC que veio avaliar o curso de Engenharia Mecânica. Os membros inspecionaram as instalações físicas , conheceram a estrutura organizacional e analisaram os projetos pedagógicos dos dois cursos pleiteados.

“A nota máxima obtida nas avaliações é 5. A FFCL obteve conceito 4 nas avaliações dos cursos de Engenharia Civil e Engenharia Mecânica. O curso de Engenharia de Produção não precisou receber visita da Comissão de Avaliação do MEC, pois a estrutura oferecida já atende às especificações.

Os resultados obtidos com as avaliações, demonstram que a Instituição está preparada para receber os novos cursos de engenharia, consolidando cada vez mais a Fundação Educacional de Ituverava, como um Pólo Regional de Ensino”, afirma o presidente da FE, Paulo César da Luz Leão.

Leão ressaltou a importância dos cursos para a região. “Os alunos terão a disposição novos cursos superiores com a qualidade de ensino que o mercado exige. A região vai ganhar muito com mão-de-obra qualificada ao alcance das empresas”, enfatizou o presidente.

Nova nomenclatura
“A implantação dos cursos será um ‘divisor de águas’ para a FFCL”, disse o diretor da faculdade, Antônio Luís de Oliveira (“Toca”). “Uma nova proposta também está sendo estudada pela diretoria da mantenedora, pois com a efetivação dos cursos, a faculdade poderá até mudar sua nomenclatura para visualizar melhor suas áreas de graduação”, observa Toca.

A faculdade deve aguardar a publicação da portaria oficial do MEC para abertura de vestibular.

As Engenharias
A área de engenharia é uma das mais amplas e mais abrangentes. São 35 tipos de engenharia existentes, que vão das mais conhecidas – como Civil, Mecânica e de Produção – até os menos divulgados, mas com não menos importância no mercado de trabalho – como Engenharia de Pesca, Engenharia Têxtil e de Indumentárias.

Os três cursos pleiteados pela FE estão entre os mais concorridos do país. “Um dos grandes incentivos para a carreira de engenheiro civil é o Programa de Aceleração de Crescimento (PAC), do governo federal. Com a Copa do Mundo e as Olimpíadas chegando, há mais opções de obras em todo país inteiro, além da abertura de novas empresas e frentes de trabalho”, afirma a diretoria de marketing da FE, Ângela Viegas de Freitas.

Conheça os novos cursos da FFCL
Engenharia Civil Coordenador: Rene Porfirio Camponez do Brasil

Abrangência: Além de projetar, gerenciar e executar obras como casas, edifícios, pontes, viadutos, estradas, barragens, canais e portos, o engenheiro civil tem como atribuição a análise das características do solo, o estudo da insolação e da ventilação do local e a definição dos tipos de fundação.

Engenharia Mecânica
Coordenador: Tadeu Tomio Sudo
Abrangência: É a área que cuida do desenvolvimento, do projeto, da construção e da manutenção de máquinas e equipamentos. O engenheiro mecânico desenvolve e projeta máquinas, equipamentos, veículos, sistemas de aquecimento e de refrigeração e ferramentas específicas da indústria mecânica.

Engenharia de Produção
Coordenador: Tadeu Tomio Sudo
Abrangência: É o ramo da engenharia que gerencia os recursos humanos, financeiros e materiais para aumentar a produtividade de uma empresa. O engenheiro de produção é peça fundamental em indústrias e empresas de quase todos os setores.

Brasil tem déficit de 150 mil engenheiros, segundo CNI
De acordo com números da Confederação Nacional da Indústria, faltam 150 mil engenheiros no país. Para se ter uma idéia, o Brasil tem hoje seis engenheiros para cada mil pessoas economicamente ativas — nos EUA e no Japão, por exemplo, a proporção é de 25 engenheiros por mil trabalhadores, segundo a Empresa Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), órgão do governo federal.

Os profissionais que estão trabalhando aparecem entre os profissionais mais bem pagos do mercado e, mesmo assim, apenas 10% dos universitários brasileiros cursam carreiras ligadas às engenharias — sem contar os que abandonam a faculdade.

“Estima-se que, pelos investimentos que estão previstos, o Brasil precisaria de cerca de 300 mil profissionais de engenharia para os próximos cinco anos”, afirma José Tadeu da Silva, presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea).

A falta de profissionais tornou os engenheiros os trabalhadores mais bem pagos do mercado “ao lado de médicos (também em número inferior ao necessário) e graduados em carreiras militares”, diz estudo do economista Naércio Menezes Filho, coordenador do Centro de Políticas Públicas do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) e da Universidade de São Paulo (USP).

Região
Na região de Ituverava, o número de engenheiros também é escasso. Porém, de acordo com a Associação de Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos de Ituverava (AEAAI), o número de profissionais existentes consegue absorver a demanda.

“É claro que o mercado comporta mais engenheiros, principalmente nas áreas mecânicas e de produção, que são pertinentes aos cursos pleiteados pela FE, o que torna a formação profissional nesta área bastante promissora”, disse o presidente da AEAAI, Adauto Barbosa de Matos.