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Alunos falam da experiência de participarem do Projeto Rondon

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Elaina

“Eu decidi participar, pois como já trabalho no programa Escola da Família me senti confortável e também vi uma grande oportunidade pessoal. O projeto representou um grande crescimento, pois eu era um pouco introvertida, pensava muito só em mim, agora vejo como é importante a socialização e a cidadania. No lado pessoal cresci muito me tornei mais responsável, flexível, socializável, aprendi ser mais organizada e principalmente dar valor as pessoas e lugares a tudo, percebi que muitas vezes o simples é mais agradável, importante ver o sorriso de uma criança, o olhar de admiração de pessoal que não me conhecia muito mas não consigo descrever. Agora no âmbito profissional foi uma experiência muito importante pois como curso Administração é importante esse contato com as pessoas e conhecer suas dificuldades”, Elaina de Sousa Silva, curso Administração de empresa 6º semestre.


Miqueias
“Logo após o professor Reinaldo apresentar ainda em sala de aula o que é o projeto decidi participar devido me identificar muito com o objetivo do Projeto Rondon que é a solidariedade, nada mais é de ajudar famílias e para mim algo que é muito gratificante já que participo de ações na cidade onde habito e logo pensei porque não mover uma ação no estado de Alagoas na cidade de São José da Laje, ainda mais saindo da posição de aluno e sentir por 17 dias o que é ser um professor, foi algo que me motivou a ser candidato do projeto. Foi algo que representou muito, pois sair de uma realidade e viver uma outra completamente diferente se adaptar ao ambiente e a cultura diferente e conviver com 20 pessoas no mesmo lugar foi algo transformador, posso dizer que aprendemos mais do que ensinamos nesses 17 dias, foi uma troca de conhecimentos na qual trago na bagagem tudo o que vivemos e todo conhecimento adquirido por lá. Para minha vida profissional e pessoal a dar valor em tudo que temos e agradecer a Deus o tudo que temos, a si doar mais dar o melhor de si em tudo que fazemos e faremos seja no ambiente de trabalho ou até mesmo em nossa residência pois, pude aprender também que o conhecimento deve ser passado a diante pois conhecimento que não é passado a diante se torna um conhecimento inútil, foi algo que somou muito para mim. Aprendi a ser uma outra pessoa amando o próximo como a si mesmo, algo que vou levar para minha vida toda e por onde eu passar”, Miquéias Simões de Oliveira, curso Ciências Contábeis.

“O que me motivou a participar do projeto foi a oportunidade de vivenciar outras culturas e a oportunidade de contribuir de alguma forma para a sociedade. Acredito que todos nós vivemos em uma bolha e precisamos olhar para fora dela. Sei que não é preciso ir tão longe para ver as desigualdades que marcam o nosso país. As experiências vivida no Projeto são impossíveis de transcrever. Um sentimento de união, amor, paz. Acredito que todos que passaram pelo Rodon voltaram seres humanos mais humanos”, Mariana Cristina de Oliveira Silva, aluna de Pedagogia na FFCL.

Leticia 1
“O Projeto Rondon foi uma oportunidade para transmitir um pouco dos meus conhecimentos e adquirir, com certeza, muitos outros. É uma experiência de vida inexplicável e única em São José da Laje - Alagoas. A todos que perguntam digo que foi muito mais do que eu esperava e que cada pessoa precisa participar do Rondon na vida para sentir o que realmente é ser um cidadão brasileiro. Sinto que o projeto me deu a oportunidade para conhecer outra realidade, outras pessoas com culturas bem diferentes e que nos abraçaram e nos foram gratos com o pouco que levamos de nós a elas. Hoje o Projeto Rondon é parte da minha vida, uma vez Rondonista sempre Rondonista! Todas as pessoas que foram comigo nesta operação tenho como parte da minha família e as que conheci levo comigo dentro do coração, torcendo para que o futuro delas seja de sucesso e que todo meu amor as acompanhe sempre! Só tenho a agradecer a Deus por ter me dado a oportunidade de participar da Operação Palmares - Julho 2018”, Letícia Ferreira Guimarães da Silva, curso Engenharia Mecânica na FFCL e estou no último semestre.

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“O primeiro contato que eu tive com o projeto Rondon foi através de um professor na faculdade FFCL Matheus e ele me contou sobre as experiências que tinha tido nas operações que participou em Belém do Pará e aquilo me motivou bastante e eu fui buscar inteirar, saber o que era o Projeto Rondon, achei muitos relatos, muitas histórias de quem já tinha participado do projeto das outras vezes e me motivou bastante, isso foi um dos motivos principais em sair desse comodismo que a gente vive na nossa realidade, porque a minha vida é trabalho e estudo, então eu queria algo mais, queria buscar novas fronteiras, sair da minha zona de conforto, poder ajudar as pessoas, levar um pouco do meu conhecimento para as outras pessoas, isso que foi o fator primordial para me levar para o Rondon. E daí me apareceu a oportunidade na FFCL com o professor Reinaldo Igarashi , com o professor Saulo Rodrigues, que escreveram o projeto submeteram no Ministério da Defesa e conseguiram fazer com que a FFCL fosse selecionada para o projeto. Eu corri atrás, fiz a inscrição, passei pelas entrevistas, fiz todo processo seletivo e consegui ser selecionado. Foi por conta disso, eu saí daqui de Ituverava, eu sou de Pedregulho, mas saí de Ituverava com a equipe com a intenção de chegar lá e poder ajudar transformar realidade, nós montamos nossos projetos aqui e fomos com o intuito de poder mudar a realidade daquele pessoal, que a gente percebeu pelo estudo do IDH da região, que é uma região muito sofrida e o ponto principal da minha inscrição, foi tentar ajudar o próximo, não sendo demagogo, não sendo hipócrita, mas a gente fala muito nisso nessa questão de ajudar o próximo, fazer o bem e eu acho que a gente deve deixar de falar, de pregar e ir lá, colocar a mão na massa, o fazer, a ação e por conta dessa ação, acho que foi o motivo maior da minha ida até São José da Lage.

O Rondon foi um divisor de águas na minha vida, eu me considero Vinicius antes e depois do Rondon. Ele me preparou para conviver com a diferença, conviver com o que não é comum dentro da minha vida. Eu voltei de lá uma pessoa mais sensível a condição de nossos semelhantes, porque é impossível você viver a sua vida indiferente com as necessidades dos outros. O Rodon ele me ensinou cidadania, companheirismo, reciprocidade, amor ao próximo. A contribuição pessoal, eu costumo dizer que foi a nossa ida do paraíso ao inferno, inferno no seguinte ponto: por ser uma realidade muito sofrida, você encontrar crianças que perderam todos os dentes, por não ter acompanhamento odontológico, famílias que não têm condições, a gente distribuiu escovas de dente em parceria com a UNIVALE, que é a Universidade de Itajaí que ficou no mesmo município que a FFCL, e você encontrar crianças que não queriam pegar as escovas, porque a família não tinha condições de comprar o creme dental, você conhecer pessoas como a Dona Maria José que é uma pessoa de uma história extraordinária, uma senhora que teve tudo de errado na vida, perdeu a casa na enchente, o casamento dela é falido, tem uma depressão profunda, trabalha de merendeira na escola e ganha R$ 800 por mês, porque a folha de pagamento da prefeitura não consegue pagar o salário mínimo. Contribuição profissional, eu sou um professor aqui da escola pública, e a gente tem um modelo de escola bem diferente, mas que já estamos acostumados, você conhece a estrutura da escola, conhece os recursos que a gente tem para trabalhar, a gente conhece os alunos, as condições que eles têm, então isso é uma coisa normal, agora quando você sai daqui e vai lá para o nordeste e pega uma situação totalmente diferente onde você não conhece seus alunos, um exemplo palpável, lá no município que ficamos, o ensino é de tempo integral e aqui não temos isso, então já é um agravante para o professor que não está preparado, você tem que saber manobrar dentro dessa estrutura.

Foi muito gratificante no sentido dessa convivência, ter experiências com outros professores, me inteirei do sistema educacional de Alagoas em si, porque a estrutura das escolas onde a gente ficou, onde a gente fez oficinas, são maravilhosas, você tem escolas novas, com ar-condicionado, mobiliário novo, coisas que muitas vezes a gente não tem aqui, mas aqui a gente tem uma capacitação melhor do profissional para trabalhar, então teve essa troca de experiência.

Eu queria terminar com uma frase que eu aprendi lá que eu acho que ela deve ser uma das máximas da nossa vida, que a gente tem que carregar conosco sempre para sermos melhores “Faça o que você puder, faça o bem que você puder pelos outros, você não vai perder nada com isso”. Acho que se a gente tem condições de transformar o dia de uma pessoa para melhor, já valeu a pena ida, a gente conseguiu transmitir tudo isso que a gente aprendeu lá, foi uma viagem muito gratificante, agradeço a todos que me deram a oportunidade de poder participar”, Vinícius Rodrigues, Aluno do curso de “HISTÓRIA” da FFCL.

Fonte: Jornal O Progresso

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FFCL de Ituverava participa do Projeto Rondon

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Faculdade de Ituverava esteve em São José da Laje/AL com outras instituições referências como USP, UNESP e UFSCAR

Alunos e professores da FFCL (Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Ituverava) foram selecionados e participaram do projeto Rondon, que aconteceu de 13 a 29 de julho.

Eles apresentaram na noite de sexta-feira, dia 24 de agosto para alunos, professores e o diretor da instituição de ensino de Ituverava, Professor Doutor Antônio Luís de Oliveira “Toca” e abordaram sobre o período que viveram.

O Projeto Rondon, sob coordenação do Ministério da Defesa, é conduzido em estreita parceria com o Ministério da Educação, o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, o Ministério da Saúde, o Ministério do Meio Ambiente, o Ministério da Integração Nacional, o Ministério do Esporte e a Secretaria de Governo da Presidência da República. É uma ação interministerial do Governo Federal realizada em coordenação com os Governos Estadual e Municipal que, em parceria com as Instituições de Ensino Superior, reconhecidas pelo Ministério da Educação, visa a somar esforços com as lideranças comunitárias e com a população, a fim de contribuir com o desenvolvimento local sustentável e na construção e promoção da cidadania.

O Projeto Rondon prioriza, assim, desenvolver ações que tragam benefícios permanentes para as comunidades, principalmente as relacionadas com, a melhoria do bem estar social e a capacitação da gestão pública. Busca, ainda, consolidar no universitário brasileiro o sentido de responsabilidade social, coletiva, em prol da cidadania, do desenvolvimento e da defesa dos interesses nacionais, contribuindo na sua formação acadêmica e proporcionando-lhe o conhecimento da realidade brasileira.

Estiveram representando a faculdade de Ituverava, os professores Reinaldo Tsuyoshi Igarashi e Saulo de Souza Rodrigues e oito alunos: Elaina de Sousa Silva, Larissa Ferreira Guaresmin, Letícia Ferreira Guimarães da Silva, Mariana Cristina de Oliveira Silva, Miquéias Simões de Oliveira, Ricardo Vitor Cardoso Januário, Vinícius Rodrigues e Rafael Henrique da Silva.

Antes, porém, a FFCL submeteu um projeto ao Ministério da Defesa e foi escolhida para participar do Projeto Rondon - Operação Palmares - juntamente com outras Instituições de Ensino Superior (IES) do Brasil inteiro. No total eram 44 inscritos do Brasil todo e a FFCL foi uma das 12 IES aprovadas para esta operação.

O grupo de Ituverava executou as atividades no município de São José da Laje/Alagoas. Porém, a logística de ida e volta contou com uma estadia em Maceió/AL, para o evento de abertura, reuniões internas no 59º Batalhão de Infantaria Motorizado, no qual ficaram alojados. Já em São José da Laje ficaram no Tiro de Guerra local.

O professor Reinando Igarashi, do curso de Ciências Contábeis, falou sobre a importância e as lições da participação no Projeto.

“A motivação se deu pela oportunidade dos alunos da FFCL poderem conviver com outros alunos e professores do Brasil inteiro, militares, e principalmente fazer com que nossos alunos tivessem uma visão da sociedade mais ampla”, ressaltou.

“Nestes dias eles organizaram e ministraram oficinas para a população de São José da Laje, possibilitando uma experiência de colocar na prática o conhecimento aprendido em sala de aula”, completou o professor.

Para ele, destaca-se ainda a importância em colocar a FFCL de Ituverava junto com outras IES referências como USP, UNESP, UFSCAR na execução do Projeto Rondon e ter a certeza que os alunos desempenharam o papel tão bem quanto os alunos destas outras instituições.

“A experiência é única”, definiu Igarashi. “O lema do Projeto Rondon é ‘Lição de vida e cidadania’ e lá pudemos ter experiências que nunca em outro momento da vida ou em nenhum outro lugar nós teríamos”, descreveu o professor.

“Acredito que o principal ensinamento foi ver que a felicidade das pessoas não tem nada a ver com sua classe social ou com os bens que você possui”, comenta Igarashi.

“Conhecemos pessoas que vivem em situação crítica, extremamente carentes que não reclamam da situação que estão mas que são agradecidas pelo pouco que tem”, observou o professor.

Ele acredita que os alunos puderam ter uma visão de mundo muito maior. “Com certeza os alunos terão uma visão mais humana e entender os problemas sociais do Brasil mais claramente”.

“O Projeto consiste em uma articulação entre FFCL, Ministério da Defesa, Prefeitura de São José da Laje e Governo do Estado de Alagoas, sendo complexa a comunicação e a organização das atividades entre as instituições”. 
Ele afirmou que entre as dificuldades, foi permanecer os 17 dias longe de casa. Além da FFCL, a UNIVALI (Universidade do Vale do Itajaí/SC) participou do projeto conjuntamente, dividindo as atividades rotineiras e permanecendo no mesmo local.

Os alunos são de diferentes cursos e a grande maioria não se conhecia até o Projeto. Nestes dias eles tiveram que fazer as refeições juntos, dormir em quartos compartilhados, lavar roupas, organizar as atividades em grupo entre outras atividades.

“No final o grupo tornou-se uma grande família. Todos se ajudavam, surgindo grandes amizades entre FFCL e UNIVALI”, definiu o professor da faculdade de Ituverava. Ele, no entanto, ressaltou que “primeiramente é um orgulho ver a FFCL participando de um projeto como este, de âmbito nacional e em conjunto com IES referências no Brasil. O Projeto Rondon mostrou que os alunos da FFCL têm o mesmo potencial que os alunos da USP, UNESP e UFSCAR por exemplo”.

Segundo ainda Igarashi, a população de Alagoas foi muito acolhedora com a comitiva. “Desde o primeiro contato, ainda por telefone, e-mail e WhatsApp, eles nos ajudaram na execução das atividades”, contou.

“Em todos os lugares que fomos a população nos recebia com festa, pediam para tirar fotos, queriam conversar conosco. Um dos fatos que evidencia isso foi a nossa chegada e a despedida, no qual fomos recebidos com uma grande festa, honras militares e muito choro na despedida”, conclui o professor.

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Alunos e professores da FFCL participaram do Projeto Rondon com diretor durante palestra sobre a participação
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Alunos participam do Projeto Rondon em São José da Laje/AL com a bandeira da Fundação Educacional de Ituverava

Fonte: Jornal O Progresso

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Coordenadora de Extensão da FAFRAM faz uso da palavra em Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Ituverava

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REGINA ELI DE ALMEIDA PEREIRA, coordenadora de Extensão da Faculdade Dr. Francisco Maeda (FAFRAM/FE) e gerente da Central de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos de Ituverava-SP, gerenciada pela FAFRAM/FE, fez o o uso da Tribuna na Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Ituverava, realizada no dia 21 de agosto de 2018, para levar informações a respeito do Sistema Campo Limpo aos vereadores, atendendo a atividade “DNCL Solenidade”, dentro do Dia Nacional do Campo Limpo.

Nessa atividade, ela passou aos vereadores informações a respeito da nossa Central e do Sistema Campo Limpo. A Central de Ituverava é considerada referência nacional em destino final de embalagens de agrotóxicos, atendendo cerca de 30 municípios do entorno, o que comprova sua importância no contexto social regional.

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Dia Nacional do Campo Limpo é comemorado pela Fafram

O evento ocorreu dia 17, na Central de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos da Fafram

banner-dncl2018O Dia Nacional do Campo Limpo, que é comemorado em todo o Brasil desde 2004, chegou à sua décima terceira edição em Ituverava. Para marcar a data, a Central de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos da Faculdade Dr. Francisco Maeda (Fafram), realizou uma ampla programação.

O evento ocorreu ontem, sexta-feira, 17 de agosto, durante o dia todo, no campus II da Fundação Educacional de Ituverava. Na abertura, a Fanfarra Municipal Estudantil de Ituverava, se apresentou executando o Hino Nacional.

O objetivo do evento foi mostrar o funcionamento de uma central de recebimento, que é parte da logística do Sistema Campo Limpo. Na ocasião, a Central promoveu o “Central Portas Abertas”, dando à comunidade, agricultores, universitários e alunos de cursos técnicos, a oportunidade de conhecer as etapas do trabalho realizado pela unidade de recebimento, e as estações (Poluição da Água, EPI, Tríplice-lavagem, Destinação Final e Reciclagem e Saúde) de embalagens vazias de agrotóxicos.

Autoridades

Prestigiaram o Dia Nacional do Campo Limpo, o presidente da Fundação Educacional de Ituverava, Pedro César Galassi; o diretor-executivo, Roberto Inácio Barbosa; o vice-diretor-executivo, Antônio Gonçalves Delgado; o vereador Adauto Barbosa de Matos; a secretaria da Educação Benedita Maria Barbosa Paschoim (“Fia”); a vice-diretora da EMEF TI Professora “Maria Barbosa”, Adriana Louzada de Oliveira; o presidente do Sindicato Rural de Ituverava, Gustavo Ribeiro Rocha Chavaglia; o diretor da Fafram, Márcio Pereira; a Coordenadora de Extensão da Fafram e gerente da Central de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos, Regina Eli de Almeida Pereira, entre outras autoridades.

Também visitaram o evento alunos da e FE, da ETEC Prof. Carmelino Corrêa Junior, de Franca; do SENAR; da ETEC Professor Laurindo Alves de Queiroz, de Miguelópolis; da ETEC Professor Antônio Junqueira da Veiga, de Igarapava; do Jovem Aprendiz e representantes do CIEE.

Homenagem

Também foram homenageadas pessoas que se destacaram no Sistema Campo Limpo em 2017. O ituveravense Adelino Carreira Neto – proprietário do Sítio Santa Giana; a Usina Açucareira Guaíra – representada por Wender Cardoso Vilela; o Posto de Recebimento e a Associação de Revendas de Produtos Agrícolas de Franca e Região – ARPAF – representado pelo engenheiro agrônomo, Luís Fernando Paulino.

Outras autoridades e servidores públicos do município também foram homenageados, como a prefeita Adriana Quireza Jacob Lima Machado; a secretária da Educação, Benedita Maria Barbosa Paschoim (“Fia”); a vice-diretora da EMEF TI Professora “Maria Barbosa”, Adriana Louzada de Oliveira a assessora de Coordenação Pedagógica, Maria Teresa Henrique Lino Silva; o chefe de Gestão da Fazenda Municipal, Alberto de Faria Pereira, e a secretária do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Maria Cláudia Faria de Almeida.
Peça teatral

Os alunos dos 5º anos A e B da EMEF TI “Professora Maria Barbosa”, Manuela Pina, Paulo Henrique Viana, Izabela Rodrigues, Sérgio Otávio, Vitória Cristina, Marcos Vinícius, Ana Luiza Reis, Raiane Vitória e Marcos Paulo, orientados pela professora Maria Luiza Abadalla Barbosa Quereza, apresentaram a peça teatral “Nosso Planeta, Nossa Casa”, que abordou o tema Resíduos Sólidos – Responsabilidade Compartilhada.

No encerramento, a Fanfarra Municipal, orientada pela professora Isabel Cristina Mota Machado (“Bebel”), se apresentou novamente, e o evento foi aberto à visitação, quando as pessoas tiveram a oportunidade de conhecer as cinco etapas do Sistema Campo Limpo.

Programação da semana engloba Educação Ambiental nas escolas

A programação em comemoração ao Dia Nacional do Campo Limpo não para por aí. Conforme o cronograma previsto, também está sendo realizado o Programa de Educação Ambiental (PEA), uma iniciativa do Sistema Campo Limpo, com o objetivo de apoiar as instituições de ensino na complementação de conteúdos curriculares por meio de temas relacionados ao meio ambiente e alinhados às recomendações dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN).

A Central está levando o PEA para 89 escolas, de 22 municípios, 20 do estado de São Paulo (Ituverava, Aramina, Buritizal, Brodowski, Delta, Guaíra, Guará, Igarapava, Ipuã, Itirapuã, Jardinópolis, Jeriquara, Miguelópolis, Nuporanga, Orlândia, Pedregulho, Restinga, Ribeirão Corrente, Sales Oliveira e São Joaquim da Barra) e 2 do estado de Minas Gerais (Claraval e Ibiraci), Crianças
São 11.518 crianças cursando o 4º ano e 5º ano do Ensino Fundamental e que irão participar dos concursos de Desenho (5.711 crianças) e Redação (5.807 crianças).

A Central também desenvolve o Dia Nacional do Campo Limpo (DNCL) na Escola, que é um convite às escolas para realizar atividades como: gincanas, apresentação teatral, exposição de desenhos, passeios ecológicos e materiais produzidos em sala de aula relacionados à conservação do meio ambiente e reconhecimento ao Sistema Campo Limpo.

DNCL Solenidade está prevista para ser na Câmara Municipal

No dia 21, por meio do DNCL Solenidade, está previsto na Câmara Municipal de Ituverava, uma palestra que será proferida pela Coordenadora de Extensão e gerente da Central de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos, Regina Eli de Almeida Pereira, para os vereadores do município.

Outra ação desenvolvida pela Central, é a DNCL Universitário, que consiste em uma palestra sobre o tema Sistema Campo Limpo, que será na próxima quinta-feira, 23 de agosto, na Escola Técnica Iang, em São Joaquim da Barra.

No dia 29, a DNCL Ação com Agricultor está preparando um Dia de Campo com os agricultores do assentamento “Boa Sorte”, em Restinga, quando os agricultores receberão orientações e conhecerão o funcionamento e as funções de uma Central de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos.

Além disto, receberão instruções sobre o manuseio correto das embalagens vazias de agrotóxicos, até sua chegada na Central.

A sétima atividade da Central, a DNCL Ação Comunitária, acontecerá no no dia 30 de agosto, com o plantio de plantas ornamentais no jardim do Salto Belo – Centro de Educação Ambiental.

Comprometimento

“Toda programação só pôde ser concretizada, graças ao comprometimento e empenho de uma equipe de colaboradores e alunos voluntários da Fafram, Antônio Carlos, Luís Fabiano e Reginaldo; a minha equipe formada pela Bianca e os estagiários Gabriel e Pedro, e ao apoio incondicional da diretoria da Fafram e da Fundação Educacional de Ituverava”, agradece a gerente da Central Regina Eli.

“Também contamos com o apoio do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias – inpEV, das empresas Arysta, Bayer, Upl, FMC, Atos Logística, da revenda Casa da Lavoura/BASF e do Salto Belo – Centro de Educação Ambiental. Mais uma vez, é a Fafram trabalhando e conscientizando as pessoas para um ambiente mais seguro e sustentável”, observa a professora Regina Eli de Almeida Pereira.

Evento

O diretor da Fafram, Márcio Pereira fala sobre o evento. “Foi a 14° edição do Dia Internacional do Campo Limpo, que é comemorado em 18 de agosto. Ao todo, são 82 escolas de 12 municípios que caminham junto com a nossa Central, onde são treinadas e capacitadas, para ensinar as crianças o descarte e uso adequado dos agrotóxicos e das embalagens, promovendo a educação ambiental”, disse.

“Vale ressaltar que esse dia é comemorado em todo o Brasil e, estou muito orgulhoso da nossa Central, que ficou em primeiro lugar na área de logística e operação de recebimento de embalagem, e cada vez mais empenhada no futuro de nossas crianças”, completa o diretor.

Fonte: Tribuna de Ituverava

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